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HISTÓRIA DA FAMÍLIA BARELLA


Da histórica e encantadora região da Toscana, na Itália surgiu uma multidão de famílias nobres, incluindo a distinta Família Barella . Durante a Idade Média, como as populações cresceram e as viagens entre as regiões se tornaram mais frequentes, as pessoas da Toscana acharam necessário adotar um segundo nome para identificar a si mesmos e suas famílias. O processo de adoção dos sobrenomes hereditários fixos não estava completo até a era moderna, mas o uso de nomes de família hereditários na Itália começou nos séculos X e XI. Sobrenomes hereditários italianos foram desenvolvidos de acordo com princípios bastante generalizados e caracterizados por uma profusão de derivativos de nomes. Embora o tipo mais comum para o nome de família encontrado em Toscana é o apelido patronímico, que é derivado do nome dado ao pai, o tipo de apelido de sobrenome também é frequentemente encontrado. Sobrenomes foram apelidos acrescentados ao nome. Eles geralmente refletem as características físicas ou atributos da primeira pessoa que usou o nome. O sobrenome Barella é um nome para uma pessoa corajosa ou bravos ter derivado da palavra latina "Barus".

 



Sobrenomes que se originaram na Itália são caracterizados por um número enorme de variações de grafia. Algumas destas são derivadas de tradições regionais e dialetos. Nomes do Norte, por exemplo, muitas vezes terminam em "o", enquanto nomes do sul tendem a acabar em "i". Outras variações vêm do fato de os escribas medieval tendia a magia de acordo com o som das palavras, ao invés de qualquer conjunto particular de regras. As variações registradas da Barella incluem Barone, Baronio, Varone, Varoni, Varuni, Varone, Baroncelli, Baronchelli, Baroncini, Barelli, Barello, Barel, Barella, Barellini, Barettin, Baruzzi, Baret, Barettini, Barucci, Baruzzo, Barusso, Barocci, Baronti, Barontini, Baroni e muitos mais.
Encontrado pela primeira vez na cidade de Baroncello, apenas fora da cidade histórica de Florença. Primeiros registros dizem do Baroncelli família, que possuía um castelo na Baroncello, e mudou-se para Florença, no século 11. Naqueles tempos antigos somente pessoas de posição, o Podesta, clero, autoridades municipais, oficiais do exército, artistas, fazendeiros foram firmados os registros. A ser gravado neste momento, no início da história registrada, foi por si só uma grande distinção e indicativo de ascendência nobre.

 




Esquermesseiré Dávi e Rosa Barella

Esquermesseiré Davi, n.01.03.1916, f. de Antenor e Amália Antonietta D'Arrigo. No ano de 1931, Antenor Davi viu necessidade de buscar novos rumos para sua família. Foi para o norte do estado. Chega em Erechim. Conhece Barão de Cotegipe e chega até Chapecó, no oeste Catarinense. Esquermesseiré, com então, 15 anos acompanhou o pai, nessa longa aventura, mas regressando a Nova Prata, Antenor resolve fixar a família em Barão de Cotegipe, para onde segue de mudança.
Esquermesseiré, conhece a jovem Rosa, natural de Barão do Cotegipe. Em 1939, após mais uma viagem, decide morar em Chapecó. Faz juras a jovem Rosa de que voltaria para buscá-la. Deixa a família, os amigos e o amor para instalar-se em definitivo, na Av. Getúlio Vargas, principal artéria da próspera cidade de Chapecó-SC. Inicia sua vida profissional como seleiro (fabricante de selas para montaria), empregado de Abrahão Capitânio.

Com as poucas economias que conseguiu juntar, regressa a casa paterna. Em 05.10.1942, em Barão de Cotegipe, Esquermesseiré casa-se com Rosa Barella e vão morar em Chapecó.

Com visão apurada para os negócios e o exemplar aprendizado recebido do mestre Capitânio, em poucos anos Esquermesseiré Dávi teve seu próprio negócio: Casa Dávi Selaria e Sapataria. Com o nascimento do primeiro filho, Dorneles, 26.09.1943, a jovem família passa a fazer parte da sociedade Chapecoense.  Com seu comércio, torna-se conhecido em toda a região e já conta com vários sapateiros de pequenas vilas e distritos de Chapecó, como seus principais fornecedores de calçados. Davi prezava pela qualidade dos produtos. Tinha também, um pequeno curtume onde era preparado o couro para a sua selaria e, inclusive para atender outros fabricantes da região.

Havia chegado o dia de ir buscar os pais em Barão de Cotegipe. Seu pai Antenor, além de alfaiate dedica-se a compra e venda de terrenos.

Transcorridos mais de treze anos de casamento, Esquermesseiré e Rosa tiveram mais sete filhos:
Terezinha, 23.06.1946, Davi, 10.03.1948; Djalmo, 24.09.1949; Salete Maria, 15.06.1951; José, 12.03.1953; Fátima, 24.12.1954 e Bernardete, 28.01.1956.

Assim eles criaram e oportunizaram estudo para os oito filhos. En 1965, sempre no mesmo endereço, na Av. Getúlio Vargas, já contando com o auxílio dos filhos, a Casa Dávi, entra no ramo de artigos esportivos, quando surge o Palácio dos Esportes.

Com a formação profissional de cada filho e os respectivos casamentos, eles partem para a sua independencia. Dorneles e José: Contabilidade; Terezinha e Fátima: Comunicação Social; Davi e Salete Maria: Direito; Djalmo: Economia; e Bernardete: Administração. Com isso, em 1971, Djalmo, transfere-se para S. Miguel do Oeste, quase na fronteira com a Argentina e monta sua loja de artigos esportivos. José estabelece-se em Chapecó a partir de 1974, com a loja Dávi Esportes. Terezinha fundou a Estância Hidromineral, Estância das Águas, em Chapecó-SC. Enquanto o filho primogênito, Dorneles, junto com Fátima, mantém e administram, o comércio inicial do pai: O Palácio dos Esportes.  Terezinha desenvolve suas atividades, na área de comunicação social, em Porto Alegre-RS. E Salete Maria tem sua vida profissional ligada aos Mexicanos, na cidade do México, onde além de advogar, é professora de língua portuguesa para empresários e executivos.

Em 1977, Davi Barela Dávi, desligou-se das atividades, junto ao pai e irmãos  e entra num ramo aparentemente desconhecido da família, até então: imóveis. Na verdade, estava dando continuidade à tarefa de seu avô Antenor, considerado o primeiro Corretor de Imóveis de Chapecó. Em homenagem as origens italianas, Davi cria a Casa Nostra compra, venda, administração e construção de imóveis. Hoje a Nostra Casa é um nome de referencia em Chapecó, onde é a maior empresa no ramo em todo o Oeste e, com destaque em Santa Catarina.

Nesta terça-feira, 29.11.2016 Chapecó amanheceu de luto. É com extremo pesar que comunicamos que o Dr. Davi Barela Dávi, presidente do Grupo Nostra Casa, estava a bordo da aeronave que transportava a delegação da Chapecoense à Colombia.
O avião sofreu um acidente nesta madrugada e a informação oficial divulgada até o momento é que, das 81 pessoas presentes, apenas cinco foram resgatadas com vida.
O Grupo Nostra Casa encontra-se de luto pela perda do nosso fundador. Transmitimos os sentimentos e orações para as famílias dos demais 75 falecidos nesta tragédia.

TRISTE LAMENTO

Na sinuosa rota do destino,
Singrando as ondas do vento,
Ouve-se o chamado Divino,
Para tantos acabou o tempo.

Uma viagem sem o desfecho previsto
Sem o aviso-prévio, sem despedidas,
Naquele bilhete não estava escrito
Que suas vidas seriam interrompidas.

Tantos projetos inacabados,
Tantos planos destruídos,
Inúmeros sonhos irrealizados.

Um grito de pavor e de lamento
Ecoa nas paredes do Universo,
É o povo, que hoje, sangra sofrimento.

Clara Strapazzon

 

A 02.12.1981, em Porto Alegre-RS, morre, vítima de parada cardíaca, Esquermesseiré Dávi, com 65 anos. 


 



Quem tiver mais informações ou souber algo que possa  enriquecer esse site, por favor, entre em contato

Desde já agradeço

Clara Girotto Strapazzon

  


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